"E nos predestinou para a filiação por Jesus Cristo, para si mesmo, segundo o beneplácito de sua vontade, para louvor da glória de sua...
Entenda um pouco mais da verdadeira essência da adoração com o Rei Davi.
A verdadeira adoração não está baseada nas circunstâncias.
Ouça aqui e seja edificado!
Entenda um pouco mais da verdadeira essência da adoração com o Rei Davi. A verdadeira adoração não está baseada nas circunstâncias. Ouça a...
Mensagem expositiva da Primeira Carta aos Coríntios, capítulo I, versículos 17 ao 23. "A centralidade da Mensagem da Cruz na vida da igreja"
Mensagem expositiva da Primeira Carta aos Coríntios, capítulo I, versículos 17 ao 23. "A centralidade da Mensagem da Cruz na vida da i...
Quais foram os motivos de Paulo para não ter vergonha do Evangelho?
Por que ele estava glorificando o Evangelho e tão ansioso para evangelizar o mundo todo?
Ouça aqui e seja edificado!
Quais foram os motivos de Paulo para não ter vergonha do Evangelho? Por que ele estava glorificando o Evangelho e tão ansioso para evange...
"Mas se esvaziou, assumindo a forma de um servo, tornando-se em semelhança de homens." Fp 2:7
A palavra grega para "esvaziar" é KENOSIS e nela vemos a grande doutrina do auto-esvaziamento de Cristo. A KENOSIS basicamente nos lembra: a vida humilde de Jesus, seu abandono de vantagens e privilégios do céu.
O Filho de Deus, que tem direito a tudo e está plenamente satisfeito consigo mesmo, voluntariamente se esvaziou.
JI Packer falando sobre o esvaziamento de Cristo disse que isso tem um significado grandioso para o cristianismo, a kenosis de Cristo significa que ele “deixou de lado a glória (a kenôsis real); o retraimento voluntário do poder; a aceitação de dificuldades, isolamento, maus-tratos, malignidade, incompreensão; e finalmente a morte, envolvendo uma agonia tão grande — mais espiritual que física — que sua mente quase entrou em colapso ao prospectá-la (ver Lc 12:50 e a narrativa do Getsêmani). Isso significou o amor mais sublime já sentido pelos indignos seres humanos, que puderam tornar-se ricos por meio da pobreza dele.”
Jesus não esvaziou-se de sua divindade, mas Ele deixou de lado certas prerrogativas. Por um lado, Ele deixou a Sua glória celestial. É por isso que, em antecipação de seu retorno ao Pai, Cristo orou: "E agora glorifica-me tu, ó Pai, junto de ti mesmo, com aquela glória que tinha contigo antes que o mundo existisse." (Jo 17:5).
Jesus também renunciou a sua autoridade e submeteu-se completamente à vontade do Pai: "Não seja como eu quero, mas como tu queres" (Mt 26:39). Durante seu tempo na terra, Cristo também limitou voluntariamente o uso e a exibição de seus atributos divinos. Uma boa ilustração dessa questão é a Sua onisciência, Seu conhecimento de todas as coisas. Ao ensinar sobre o fim dos tempos e sua segunda vinda, Jesus disse: "Mas daquele
dia e hora ninguém sabe, nem os anjos do céu, nem o Filho, mas somente o Pai" (Mt 24:36).
O auto-esvaziamento de Jesus demonstra um aspecto maravilhoso do Evangelho, pois o Evangelho bíblico tem o Filho de Deus como o centro de todas as coisas.
Como parte de sua humilde descida do céu à terra, Jesus anulou o exercício dos seus privilégios divinos. Ele veio à Terra e viveu entre ...

Segundo o propósito eterno de Deus, Cristo é o tema de todo Antigo Testamento.
João Calvino certa vez falou que: "Isso é o que devemos, enfim, buscar em toda a Escritura verdadeiramente conhecer a Jesus Cristo e as riquezas infinitas que são compostas em Deus e são oferecidas a nós por Ele por meio de Deus Pai. Se formos vasculhar minuciosamente a Lei e os Profetas do Antigo Testamento, não encontramos uma única palavra mencionada que não irá revelar e nos levar a Jesus, pois Ele é o grande tema do Antigo Testamento, ele é o plano de Deus."
Jesus é o verdadeiro Adão, que passou o teste no jardim e cuja obediência agora nos é imputada.
Jesus é o verdadeiro Abel que apesar de inocente foi morto e o seu sangue agora clama para a nossa justiça.
Jesus é o verdadeiro Abraão, que respondeu ao chamado de Deus para deixar a casa confortável e familiar, e sair sem saber para onde ir para criar um novo povo para Deus.
Jesus é o verdadeiro Isaque que não foi apenas oferecido por seu pai, mas sacrificado por seu pai, e quando Deus disse a Abraão: “agora eu sei que você me ama, porque você não poupou seu único filho a quem você ama.” Hoje da mesma forma podemos declarar para Deus: "agora sabemos que o Senhor nos ama porque Tu não poupaste o seu Filho unigênito para nos salvar."
Jesus é o verdadeiro Jacó, que lutou e sofreu o golpe da justiça que merecíamos, para que, como Jacó, só recebêssemos as feridas da graça para nos despertar e disciplinar-nos.
Jesus é o verdadeiro José, que na mão direita do rei perdoa aqueles que o traíram e o venderam e usa o seu poder para salvá-los.
Jesus é o verdadeiro Moisés, que fica entre as pessoas e perante o Jeová, como mediador de uma Nova Aliança.
Jesus é a verdadeiro Rocha de Moisés, que golpeado com a vara da justiça de Deus, agora nos dá água no deserto.
Jesus é o verdadeiro Jó, sofredor, inocente, que então intercede por nós e nos salva.
Jesus é o verdadeiro Davi, cuja vitória torna-se a vitória do Seu povo, embora nunca tenha se esforçado para conquistá-la.
Jesus é a verdadeira Ester; que não se limitou a se arriscar e perder um palácio terreno, isso por ter uma visão celestial; Ela podia perder a própria vida, e ela entregou a vida para salvar o seu povo.
Jesus é o verdadeiro Jonas, que foi colocado na morte, no ventre do grande peixe e que ao terceiro dia ressuscitou para que pudéssemos ser trazidos à vida.
Jesus é o Verdadeiro Cordeiro pascal, inocente, perfeito, desamparado, sacrificado para nos salvar eternamente.
Jesus é o verdadeiro profeta, o verdadeiro sacerdote, o verdadeiro rei, o verdadeiro templo, o verdadeiro sacrifício, o verdadeiro cordeiro, a verdadeira luz, e o verdadeiro maná que desceu do céu. Ele é tudo, ele é o plano de Deus.
Soli Deo Gloria
Segundo o propósito eterno de Deus, Cristo é o tema de todo Antigo Testamento. João Calvino certa vez falou que: "Isso é o que devemo...
Mas, como aprendemos de Gênesis 3, Romanos 3 e 5, que o homem é totalmente depravado e caído, cada um de nós está propenso a buscar sua própria glória e não a glória de Deus.
Estamos empenhados em auto-suficiência, em vez de Deus ser suficiente. E a partir dessa raiz cresce todos os pecados do mundo. "Uma árvore má não pode dar bons frutos" (Mt 7:18).
Desde a queda de Adão, a tendência de toda a humanidade tem sido a de frustrar o propósito de Deus para encher a terra com a Sua glória (Rm 1:20-23).
Mas Deus em seu lindo plano redentor com objetivo duplo de sua glória, de um lado para a salvação de seu povo, e do outro lado para restaurar a sua criação. Ou seja, ele escolheu um homem, Abraão, e fez-lhe uma promessa em Sua graça soberana (Gn 12:2,3;17:7).
E algo surpreendente aconteceu entre Deus e Abraão: Abraão creu em Deus, e Deus justificou Abraão (Gn 15:6). Abraão tomou Deus em Sua Palavra e descansou em sua promessa de tal modo que ele estava pronto para obedecer a Deus em sacrificar o seu próprio filho por meio de quem Deus havia prometido dar a Abraão uma grande posteridade! Abraão creu integralmente nas promessas de Deus para a sua segurança e felicidade, e Deus o justificou: ele o remiu de todos os seus pecados, passados presentes e futuros.
Segundo Gênesis 1:27,28 a razão pela qual Deus nos fez à Sua imagem e nos disse para encher a terra é que ele tem a intenção de que ...

