Falsa Doutrina
A FALSA DOUTRINA DA QUEBRA DE MALDIÇÃO NÃO É BÍBLICA
Olhando para o movimento evangélico contemporâneo podemos perceber como os desvios doutrinários penetraram a Igreja Brasileira e desviaram os cristãos da centralidade do Evangelho da Cruz de Jesus Cristo. Vemos que a falsa doutrina da quebra de maldição inundou as chamadas igrejas pentecostais e neo pentecostais, e essa doutrina anula por completo a mensagem de Cristo e este Crucificado, esse pseudo ensinamento ofusca a grande doutrina da redenção.
Essa doutrina entre outras coisas ensina a maldição de família ou o pecado de geração em geração. Estes conceitos hoje são difundidos em vários meios de comunicação, tais como televisão, rádio, literatura e seminários nas igrejas.
Mas um cristão redimido por Cristo precisa quebrar maldições? Se sou justificado por Cristo na Cruz será que ainda há maldição em minha família? Acredito que a Bíblia tem respostas para isso. Em Gálatas 3:13 lemos: “Cristo nos resgatou da maldição da lei, fazendo-se maldição por nós; porque está escrito: Maldito todo aquele que for pendurado no madeiro”.
Depois da queda no Éden o homem passou a viver sob uma maldição de proporções infinitas, que éramos incapazes de remover qualquer maldição por nossos próprios esforços. Somente pela obra de Jesus Cristo na Cruz foi possível que toda a maldição hereditária ou familiar fosse quebrada para sempre, através de Cristo todos os pecadores podem ser libertados da maldição.
Somos confrontados com o conceito de maldição em Gálatas 3:13. Esse termo é muito usado hoje nas falsas igrejas, e tem deixado muitos filhos de Deus confusos. Mas o que esse termo significa aqui? Paulo aqui estava lidando com a heresia que havia tomado as igrejas da Galácia que era defendida pelos judaizantes que tentavam atrair a igreja para o judaísmo e isso era contrário a suficiência da fé em Cristo. Eles estavam tentando trazer os gálatas para uma escravidão da dependência das obras da lei como meio de justificação.
E em nossos dias não é diferente quando vemos que os falsos apóstolos, missionários e bispos tentam afastar a Igreja de Cristo, levando-os a práticas bizarras que afastam os homens da Bíblia e do Evangelho. A natureza da maldição que havia sobre os filhos de Deus foi anulada na rude Cruz quando Cristo se entregou em nosso lugar: “Maldito todo aquele que for pendurado no madeiro”.
Aqui em Gálatas 3 vemo um argumento claro feito pelo Apóstolo Paulo. Ele está provando tanto pela experiência (Gl 3:1-5) como pela Bíblia (Gl 3:6) que somos justificados pela fé em Cristo somente, sem nenhum mérito obtido por nossas próprias obras (Gl 2:16). Ele está provando que Cristo nos libertou da maldição hereditária e familiar, e também fomos libertos da ira divina. "Cristo nos resgatou da maldição da lei, fazendo-se maldição por nós; porque está escrito: Maldito todo aquele que for pendurado no madeiro”.
Aqui Paulo introduz a grande doutrina essencial de Jesus Cristo como nosso Substituto, pois ele morreu uma morte vicária, foi sepultado, ressuscitou ao terceiro dia e nos libertou de toda maldição (Gl 2:20). Em Gálatas vemos Paulo exibindo o evangelho em miniatura (Gl 1:3-4;3:1).
A doutrina da Substituição e da redenção não eram idéias novas para os judeus, pois eles já tinham visto a prefiguração de Cristo como nosso substituto através dos cordeiros mortos como propiciação dos pecados. O conceito da história da redenção estava tecido em todo Antigo Testamento desde a redenção de Adão e Eva no Éden, à libertação dos filhos de Israel do Egito. Agora toda a prática no Antigo Testamento tem seu cumprimento em Jesus Cristo! Ele nos libertou e quebrou toda a maldição na Cruz do Calvário.
"Cristo nos resgatou da maldição...", escreveu o apóstolo Paulo. O ato de redenção foi realizado por Deus Filho ao deixar o céu para nascer de uma virgem, tornando-se homem; vivendo uma vida sem pecado, obedecendo toda a lei; e finalmente, dando a vida por aqueles que foram escravizados pelo pecado. Nós, os filhos de Adão, vivíamos sob a maldição da Lei, mas fomos resgatados porque o próprio Deus tomou a iniciativa de nos redimir.
O preço de nossa redenção e de toda a escravidão era o sangue do Cordeiro de Deus.
Na cruz, Jesus Cristo se tornou maldição por nós. Ele se tornou um homem, e se entregou na Cruz como nosso Substituto, Ele no Gólgota quebrou toda a maldição hereditária e familiar, de modo que a ira divina que constitui a verdadeira maldição caiu sobre Ele.
A ira divina que corretamente deveria ser aplicada a nós foi aplicada ao nosso Redentor. Pense nos remidos de todas as eras. Todos os filhos de Deus foram comprados pelo mesmo preço: o sangue do Filho de Deus. Essa verdade está além da nossa imaginação, mas se de alguma forma pudéssemos entender a grandeza do Calvário, então perceberiamos que “Cristo nos resgatou da maldição, porque está escrito: Maldito todo aquele que for pendurado no madeiro” (Gl 3:13).
Soli Deo Gloria
Fábio Falcão
mar, 2019
Essa doutrina entre outras coisas ensina a maldição de família ou o pecado de geração em geração. Estes conceitos hoje são difundidos em vários meios de comunicação, tais como televisão, rádio, literatura e seminários nas igrejas.
Mas um cristão redimido por Cristo precisa quebrar maldições? Se sou justificado por Cristo na Cruz será que ainda há maldição em minha família? Acredito que a Bíblia tem respostas para isso. Em Gálatas 3:13 lemos: “Cristo nos resgatou da maldição da lei, fazendo-se maldição por nós; porque está escrito: Maldito todo aquele que for pendurado no madeiro”.
Depois da queda no Éden o homem passou a viver sob uma maldição de proporções infinitas, que éramos incapazes de remover qualquer maldição por nossos próprios esforços. Somente pela obra de Jesus Cristo na Cruz foi possível que toda a maldição hereditária ou familiar fosse quebrada para sempre, através de Cristo todos os pecadores podem ser libertados da maldição.
Somos confrontados com o conceito de maldição em Gálatas 3:13. Esse termo é muito usado hoje nas falsas igrejas, e tem deixado muitos filhos de Deus confusos. Mas o que esse termo significa aqui? Paulo aqui estava lidando com a heresia que havia tomado as igrejas da Galácia que era defendida pelos judaizantes que tentavam atrair a igreja para o judaísmo e isso era contrário a suficiência da fé em Cristo. Eles estavam tentando trazer os gálatas para uma escravidão da dependência das obras da lei como meio de justificação.
E em nossos dias não é diferente quando vemos que os falsos apóstolos, missionários e bispos tentam afastar a Igreja de Cristo, levando-os a práticas bizarras que afastam os homens da Bíblia e do Evangelho. A natureza da maldição que havia sobre os filhos de Deus foi anulada na rude Cruz quando Cristo se entregou em nosso lugar: “Maldito todo aquele que for pendurado no madeiro”.
Aqui em Gálatas 3 vemo um argumento claro feito pelo Apóstolo Paulo. Ele está provando tanto pela experiência (Gl 3:1-5) como pela Bíblia (Gl 3:6) que somos justificados pela fé em Cristo somente, sem nenhum mérito obtido por nossas próprias obras (Gl 2:16). Ele está provando que Cristo nos libertou da maldição hereditária e familiar, e também fomos libertos da ira divina. "Cristo nos resgatou da maldição da lei, fazendo-se maldição por nós; porque está escrito: Maldito todo aquele que for pendurado no madeiro”.
Aqui Paulo introduz a grande doutrina essencial de Jesus Cristo como nosso Substituto, pois ele morreu uma morte vicária, foi sepultado, ressuscitou ao terceiro dia e nos libertou de toda maldição (Gl 2:20). Em Gálatas vemos Paulo exibindo o evangelho em miniatura (Gl 1:3-4;3:1).
A doutrina da Substituição e da redenção não eram idéias novas para os judeus, pois eles já tinham visto a prefiguração de Cristo como nosso substituto através dos cordeiros mortos como propiciação dos pecados. O conceito da história da redenção estava tecido em todo Antigo Testamento desde a redenção de Adão e Eva no Éden, à libertação dos filhos de Israel do Egito. Agora toda a prática no Antigo Testamento tem seu cumprimento em Jesus Cristo! Ele nos libertou e quebrou toda a maldição na Cruz do Calvário.
"Cristo nos resgatou da maldição...", escreveu o apóstolo Paulo. O ato de redenção foi realizado por Deus Filho ao deixar o céu para nascer de uma virgem, tornando-se homem; vivendo uma vida sem pecado, obedecendo toda a lei; e finalmente, dando a vida por aqueles que foram escravizados pelo pecado. Nós, os filhos de Adão, vivíamos sob a maldição da Lei, mas fomos resgatados porque o próprio Deus tomou a iniciativa de nos redimir.
O preço de nossa redenção e de toda a escravidão era o sangue do Cordeiro de Deus.
Na cruz, Jesus Cristo se tornou maldição por nós. Ele se tornou um homem, e se entregou na Cruz como nosso Substituto, Ele no Gólgota quebrou toda a maldição hereditária e familiar, de modo que a ira divina que constitui a verdadeira maldição caiu sobre Ele.
A ira divina que corretamente deveria ser aplicada a nós foi aplicada ao nosso Redentor. Pense nos remidos de todas as eras. Todos os filhos de Deus foram comprados pelo mesmo preço: o sangue do Filho de Deus. Essa verdade está além da nossa imaginação, mas se de alguma forma pudéssemos entender a grandeza do Calvário, então perceberiamos que “Cristo nos resgatou da maldição, porque está escrito: Maldito todo aquele que for pendurado no madeiro” (Gl 3:13).
Soli Deo Gloria
Fábio Falcão
mar, 2019

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